Comentários sobre o meu novo livro A História da Literatura Erótica

Comentários sobre o livro História da Literatura Erótica publicadas nas Mídias Sociais, São Paulo, Brasil.

Resenha do escritor Ricardo Ramos Filho sobre o livro “Os Contos Malditos”:
“Quando eu era bem jovem, começando a prestar atenção nos assuntos mais relacionados com desejo, já interessado em me aproximar mais das moças, li Menino de Engenho, de José Lins do Rêgo. Há no livro uma passagem de descoberta sexual, impressionou-me o interesse que me despertou, li e reli várias vezes o trecho.
Mais tarde descobri na estante de meu pai Sexus, de Henry Miller. Apaixonei-me pela dançarina Mona (June Miller na vida real). Os textos eróticos, portanto, estiveram presentes em minha vida desde que me entendo por gente, acredito que me aproximaram da literatura como um todo.
É por isso que festejo aqui esta coletânea. Viva António Paixão!”
(Ricardo Ramos Filho)

Com elegância, esmerada escrita e rigor literário ele retrata uma das mais sensíveis características da condição humana: a libido, que é colocada com precisão dentro do conturbado contexto da atualidade. Uma obra que veio com a marca da plena aceitação e do sucesso.”
Antonio Cláudio Mariz de Oliveira

“O livro começa primorosamente com um excelente levantamento histórico da literatura erótica no mundo. Tem grande senso de humor. Em vários trechos, ri alto aqui sozinha. O sarcasmo e a ironia são excelentes ingredientes que enriquecem o livro e deixam os relatos ora mais leves, ora deixando um personagem literalmente nu diante do seu próprio ridículo.
Os personagens foram muito bem construídos de modo que, mesmo tão distantes do meu mundo, ficaram mais reais na minha leitura.”
(Cássia Janeiro, escritora brasileira, a primeira sul-americana a ganhar o Prêmio Mundial de Poesia Nósside, chancelado pela Unesco. É secretária-geral da União Brasileira dos Escritores (UBE), da Academia Metropolitana de Artes, Ciências e Letras (AMLAC) e da Associação Internacional de Escritores e Artistas. Em 2015 tornou-se embaixadora do Prêmio Mundial Nósside de Poesia no Brasil).

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António Paixão
ESCRITOR
António Paixão é um desgraçado jornalista permanentemente desempregado. É um velhote neurastênico, comunista de carteirinha, mas com uma cultura eclética e pouca disposição para brigar, porque procura, mas sem sucesso, ser simpático. Como todo jornalista, António Paixão não funciona sem álcool, pois é uma pessoa pouco confiável por muitas razões, dentre as quais por ser do sexo masculino, carioca e torcedor do Botafogo. Em São Paulo, torce pelo Corinthians e, em Portugal, pelo Vila Real. Julguem.